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5 Alimentos que Parecem Saudáveis, Mas Não São

  • Foto do escritor: Nutri Me
    Nutri Me
  • 12 de abr. de 2025
  • 2 min de leitura

Muitas escolhas alimentares carregam uma falsa reputação de saudáveis. Por trás de rótulos como “fit”, “natural” ou “zero açúcar”, podem estar ingredientes ultraprocessados, excesso de sódio ou adoçantes artificiais. Neste post, listamos alimentos que parecem saudáveis, mas não são, explicando por que é melhor evitá-los ou consumi-los com cautela.


criança comendo cereal

1. Barras de Cereal

Por que parecem saudáveis: são vendidas como práticas e nutritivas.

Problema: muitas são ricas em açúcar, xarope de glicose e gordura hidrogenada.

Alternativa: oleaginosas naturais ou barras com 3 a 5 ingredientes.


2. Iogurte com Sabor

Por que parecem saudáveis: são fonte de cálcio e proteína.

Problema: versões adoçadas contêm tanto açúcar quanto refrigerantes.

Alternativa: iogurte natural com frutas frescas.


3. Sucos industrializados

Por que parecem saudáveis: são “de frutas”.

Problema: possuem pouco ou nenhum valor nutricional e são ricos em frutose.

Alternativa: suco natural ou simplesmente a fruta in natura.


4. Pães integrais industrializados

Por que parecem saudáveis: levam “integral” no nome.

Problema: muitos contêm farinha branca como principal ingrediente, além de conservantes.

Alternativa: confira se o primeiro ingrediente é “farinha integral”.


5. Granola pronta

Por que parece saudável: é frequentemente associada a dietas fitness.

Problema: pode conter muito açúcar, mel, óleos refinados e aditivos.

Alternativa: granola caseira sem açúcar.


✅ Conclusão

Ser saudável vai além da embalagem. Sempre leia os rótulos, evite alimentos ultraprocessados e opte por versões mais naturais e simples. Com pequenas trocas, você pode melhorar muito sua alimentação.


REFERÊNCIAS


  1. Monteiro CA et al. "NOVA. The star shines bright." World Nutrition, 2016.

  2. Moubarac JC et al. "Consumption of ultra-processed foods and likely impact on human health." Current Obesity Reports, 2017.

  3. World Health Organization. "Guideline: Sugars intake for adults and children", 2015.

  4. Ministério da Saúde. Guia Alimentar para a População Brasileira, 2014.

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